domingo

    um outro bambi .
gostei

mushrooms

sábado



z., não queres vir até aqui, ao pé de mim?

sexta-feira






 

quinta-feira

ups, i did it again



voltei a fazer asneira.


porquê? mas porquêe? rhghfhrgrg

quarta-feira







Texto e Ilustrações: Planeta Tangerina



Consertar o mundo implica o domínio de certas técnicas e palavras que, aos poucos, desconfiamos nós, estão a cair no esquecimento. E é aqui que entra em acção a Agenda do Planeta Tangerina para 2010: em cada semana, mostramos uma peça, um material, uma ferramenta imprescindível para quem está farto do desconcerto do mundo.



ah poiis ée - a minha linda linda linda agenda nova do planeta tangerina! nunca tive uma agenda tão gira na minha vida, é verdade sim. estou contente sim senhora


isto quem tem amigos tem tudo :)

oh, fuck!

terça-feira


sorri assim para mim mais vezes que eu preciso
bora ser amigos?







queres ser meu amigo?


queres, queres queres?



(vá lá diz que sim!!)

domingo








Era uma janela grande, arejada como qualquer outra. Janela que, como qualquer outra, me arejava as ideias desta pesada cabeça. Abria-se ao mundo, abria-se para o mundo a mim – um telhado flamejante à distância de um toque suplicava por um salto. Lá em baixo, o solarengo quintal vizinho, escondia a fresca sombra da árvore alta. Rematando, as paredes quentes tijoladas da casa em frente, donas de uns pares de outras bonitas janelas, grandes e arejadas que não a minha. Quentes, paredes altas tijoladas contrastavam com a moldura branca das janelas grandes e arejadas que não a minha, guardando outras vidas que não a minha. Depois disto, mil telhados que se perdiam na vista – com chaminé, uns mais altos, outros mais baixos, mais quentes ou cinzentões, multiplicavam-se fugindo de mim, telhadinhos que cobriam outras vidas que não a minha. Do beiral desta janela, grande e arejada como qualquer outra, abraçava o amarelo, talvez já não tão amarelo assim. Amarelo de outras vidas que não a minha.






escrito com base num quadro de Stanley Spencer, From the Artist's Studio, 1938
mais quinze palavras do que seria suposto, mas ainda assim, gostei de o escrever:



quero muito o teu cheiro no meu casaco, no meu pescoço e no meu cabelo. as tuas mãos fortes e o teu doce sorriso, os teus beijos. sim, gosto mesmo de ti, mil

sábado





first love
 last love,
it's only love,
it's only love

não quero crescer mais. não quero mais disto. quero ser criança outra vez. quero miminhos e poder dormir, quero não ter que comer e quero não ter fome. ou, se o tempo não pode mesmo voltar mais atrás quero fazer as malas e ir-me embora daqui. não quero mais estar aqui assim desta maneira. preciso de me conhecer, de não te ver todos os dias sem . preciso de abrir os olhos e ver coisas novas, explorar e amar outras coisas, de me entusiasmar. mas disto não quero mais. preciso de tempo e paixão.


hoje levei uma pica. uhh, não gosto nada de picas.


sexta-feira


isto anda preto.

quarta-feira




com licença, amanhã vai ser um dia em cheio. por isso, muito boa noite meus senhores e senhoras, que amanhã eu pré-madrugo









e inventei uma palavra!  - muito mal inventada por sinal






vou pintá-la a cores, que me dizes?




niente. correcto?

segunda-feira


TERÇA-FEIRA