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terça-feira

estou a arquitectar um horário "como não me cruzar contigo". julgo ter das melhores receitas para a minha sanidade mental que anda a precisar de apoios, pois sim, e resultados bastante sorridentes no que toca às aulas de gd à primeira hora de terça-feira e continuação do meu santo dia. passe bem.

muletas olé.

mais uma última semana disto e acabou de vez. aleluia! rhgrrghrsnbd

aventuras de frigorífico #2

ai, sim. e não é a primeira vez que deito pelo lava-louça abaixo claras que lá encontro resmungando porque raio tem o pai a mania de guardar o suminho do ananás em calda, como se alguém fosse beber.

esperta, portanto. muito. bastante até.

aventuras de frigorífico #1

agora experimentem só ao pé coxinho por lá a gelatina acabada de fazer (líquida, portanto) que está por sua vez num recipiente - agora atenção - de silicone, quando o dito cujo está cheiiioo e mais não pode? belo, não é? também achei.
estou pateticamente periódica (period) e acho que perdi o meu gorro (AAAAAAAAAAAAAAAAH rgrgrggrgrhtuhjh) olé, e por último as you can see, estou idiota. (uhuhuh).

quinta-feira

jelly food has been such a miracle for my stomack.


cozy dreams for you all. madu (coração coração) you.


epá, eu e as minhas i-d-i-o-t-a-s das minhas paixões platónicas


mas é que ya, um bocado, ele é simplesmente (coração coração)




suspiro, adoro-o

sábado

friday's night

não gosto de fazer isto, ter de dizer todas estas coisas feias e atirar-tas à cara como se de ódio se tratasse. mas o que tem de ser, tem muita força.





o assunto para mim estava enterrado. mal, mas estava. quiseste, insististe para que atendesse: disse-te o que tinha de ser, o que tinha que ouvir da minha própria boca, o que me achavas demasiado fraca e ingénua para dizer. o assunto ontem enterrou-se, e por agora não quero mais conversas contigo.

segunda-feira



sabes, acho que faz parte de mim. é um ponto de partida, julgo sempre que as pessoas não fazem certas coisas.. porque.. porque sei lá, são pessoas e hão-de ter lá o seu lado humano. sim, há os erros. os erros que infelizmente são para serem cometidos, para podermos crescer com eles e tirar uma lição. já a repetição da repetição da repetição do erro é querer a ignorância, a estupidez. e tu ficaste por aí. não vou sequer contar-te que sei, porque quanto mais te conheço, mais triste fico. menos gosto de quem tu és, mais certezas tenho de não te querer conhecer. gostava do meu zé, um que pelos vistos, nunca existiu - era fachada. e julgas-me fácil, ingénua e vulnerável, mas ainda vais passar melhor quando me falares e vieres a descobrir que eu sempre soube de tudo (não sempre, mas dada a altura, já terá passado muito tempo).



chama-me agora mistério, afinal sempre adivinhei - tal como te disse, "és realmente crescido sim, mas não ainda cresceste o suficiente"