segunda-feira


fiftypeopleonequestion
o avião que descola, o vento que assobia ou o metro que corre
e sem querer, assusto-me sozinha


auch, só sei que morro de friiiio e sabe tão bem estar quentinha em casa

number five

direitos reservados



e uns aristocratas ranhosos

domingo

4º


direitos reservados



guardas no museu nacional de tuntzz (não me lembro mesmo). estes desenhos são a tinta-da-china e pincél feitos no curso

sábado








pieces of what



le troisième



direitos reservados

friday's night

estava muito, muito céptica em relação à saída de ontem à noite, e na verdade não começou das melhores das maneiras. mas saí a dançar, (ya, a madu dançou, vão continuar a gozar?) e nem me apetecia vir, diverti-me imenso.



às vezes estas coisas até me fazem bem, e não devo estar sempre de pé atrás. (como me passam a vida a dizer, sim)

quarta-feira

realmente hoje não tenho mais nada de interessante a dizer, para além de que vou vestir uma gabardine.


sim, um bocadinho inédito, eu nunca estou lá muito preparada para a chuva. gosto bastante mais de a ouvir quando estou a tentar adormecer (uuuh, que romantico!) ou a ler um bom livro, é kinda relaxante sim


portanto hoje, a madu vai de gabardine. vamos ver como corre

terça-feira




hoje é terça-feira sem curso. tuntzz, pois é.







(mas estive com a Mar!:) )

segunda-feira


home is wherever I'm with you



ouh so sweet
bonne nuit tout le monde!
   tenho grandes amigos eu, aliás, eu tenho Amigos. e às vezes ainda me queixo do mundo - mesmo i-d-i-o-t-a

domingo



apeteceu-me antes de ir dormir. umas boas noites meus caros
ontem à tarde, depois da sessão de cinema, segui rumo à fnac, secção de artes. o intuito era sobretudo ver o mil maravilhoso livro sobre o crazy but omg also so genious Tim Burton. digam-me, serei eu a única forreta que ficou insatisfeita? eu esperava tanto maais, mais páginas, mais volume, mais obras deste senhor mais mais! mas não o tive, quer dizer, ok, é giro, (claro!)  mas esperava mais, muito mais, só isso - é tão leve! adiante, basicamente fiquei um bocadinho desiludida, porque podia custar o que custa e dar-nos muito mais, mas não. e pronto rghgrhr

mais podem ver aqui

ah, e eu não vi este livro, como é óbvio, vi o novo, da exposição sobre ele que está no MoMA.



uhh, adoro (not) estar a estudar e perceber que o meu pai acordou - a casa quase vai abaixo com tanta ópera! enquanto ele feliz da vida trata dos seus rituais da manhã e arruma o quarto. na verdade, custa-me ter que lhe pedir que baixe aquilo, porque vê-lo assim até tem a sua piada :)

sábado

friday's night

não gosto de fazer isto, ter de dizer todas estas coisas feias e atirar-tas à cara como se de ódio se tratasse. mas o que tem de ser, tem muita força.





o assunto para mim estava enterrado. mal, mas estava. quiseste, insististe para que atendesse: disse-te o que tinha de ser, o que tinha que ouvir da minha própria boca, o que me achavas demasiado fraca e ingénua para dizer. o assunto ontem enterrou-se, e por agora não quero mais conversas contigo.

quinta-feira





espelho meu





quarta-feira

palavra do dia #1

gullible


crédulo

terça-feira

terça feira
espero o 3 na paragem, reparo que:

- todas as senhoras que descem são mais elegantes que aquelas que sobem a rua
- o vendedor da cais está com pouca sorte, mas só aposta nos carros pretos
- não tenho fome, mas também não tenho dores de estomago
- o rapaz e as duas crianças do costume não estão ali. a menina não vai estar a ler o seu livro do costume
- os dias estão a voltar a ficar mais longos
- embora segundo a minha perspectiva esteja atrasada, não estou a correr por isso

segunda-feira



sabes, acho que faz parte de mim. é um ponto de partida, julgo sempre que as pessoas não fazem certas coisas.. porque.. porque sei lá, são pessoas e hão-de ter lá o seu lado humano. sim, há os erros. os erros que infelizmente são para serem cometidos, para podermos crescer com eles e tirar uma lição. já a repetição da repetição da repetição do erro é querer a ignorância, a estupidez. e tu ficaste por aí. não vou sequer contar-te que sei, porque quanto mais te conheço, mais triste fico. menos gosto de quem tu és, mais certezas tenho de não te querer conhecer. gostava do meu zé, um que pelos vistos, nunca existiu - era fachada. e julgas-me fácil, ingénua e vulnerável, mas ainda vais passar melhor quando me falares e vieres a descobrir que eu sempre soube de tudo (não sempre, mas dada a altura, já terá passado muito tempo).



chama-me agora mistério, afinal sempre adivinhei - tal como te disse, "és realmente crescido sim, mas não ainda cresceste o suficiente"





e mais ainda..


para juntar às minhas ditas terapias: descobri que agora faço exercicio para me esquecer de ti, irónico não é?


eu, madu, eu a fazer exercicio. ts!

quem diria!?